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Two Door Cinema Club

Two Door Cinema Club é mágico. É essa a única definição que eu consigo dar ao trio irlandês com cara de nerd: Alex Trimble, Kev Baird e Sam Halliday. Os caras montaram a banda lá por 2007, começaram a tocar na universidade, fizeram um Myspace, e daí vocês já podem deduzir o resto.

Existem vários motivos pra eu achar o TDCC mágico… Pode ser pelas guitarras, pode ser pela capacidade de produzir desde músicas dançantes à músicas calminhas sensacionais, pode ser pela também capacidade de fazerem clipes únicos. Enfim, me alongar no assunto não vai conseguir definir o que se define ouvindo.

Vocês podem baixar o único álbum de estúdio deles, o “Tourist History” que foi lançado no comecinho desse ano, gostei de TODAS as músicas dele. E isso é bem difícil.

E assistir os clipes:

Móveis: como se faz um show e o cenário musical do momento.

Hoje decidi fazer um post bem pessoal. Confesso que a intenção inicial do blog era apenas indicação de bandas e filmes que eu e os meninos gostam, mas eu tinha que registrar por aqui minha experiência musical de ontem.

Móveis Coloniais de Acaju. Nunca ouviu? Pois deveriam.

Show

Sabe aquelas músicas que quando você ouve, quer sair pulando e dançando pela casa? Móveis é exatamente assim. É algo diferente de tudo o que se ouve por esse Brasil. Eles mostram sofrer uma influência direta de bandas de Ska como Save Ferris e Squirrel Nut Zippers, mas com uma pegada brasileira, o que deixa tudo vinte vezes melhor. E é incrível ver uma banda assim, com uma proposta tão diferente, quando a sensação da década são bandinhas emo-coloridas que se preocupam muito mais com as roupas que vestem e os cabelos que usam do que com a música que fazem. E é disso que nosso país precisa, de bandas que ousem, que façam da música uma música, e não um desfile de moda de péssimo gosto.

Móveis protagonizou um dos melhores shows da minha vida. Mesmo não conhecendo todas as músicas, cantei, pulei e dancei feito louca e saí arrependida de não ter conhecido essa maravilha dos Deuses antes! E o melhor de tudo é que eles nos deixam completamente à vontade. Dançam, pulam, brincam, fazem com que as pessoas deixem de ser mera platéia e participem do show com eles. A vontade que dá é de filmar tudo e depois mostrar pra todas as bandas iniciantes, dizendo: “Ó, é assim que se faz, aprendam!”

Deixo vocês com a obra prima, e cliquem nos links pra baixar os dois CD’s dos garotos brasilienses, o “Idem” e o “C_mpl_te”.

Master Shortie

Tá, eu sei que a gente tá bem em dívida com vocês que vem aqui sempre, mas vou tentar compensar postando uma descoberta minha recente: o Master Shortie.

Master Shortie, é na verdade, o codinome do Theo Kerlin, menino novinho, de só 21 anos, mas que já faz rap’s desde os 12 e tem sua própria gravadora. Bem prodígio, né?

Ele pode cultivar esse bigodinho horroroso, mas de horrorosas, suas músicas não tem nada. Gravou o seu primeiro e único álbum de estúdio ano passado, o A.D.H.D. que eu adorei.

Apreciem:

Jon McLaughlin

O post hoje tá calminho, pra combinar com o novo visual do blog haha (mas que é temporário).

Jon McLaughlin seria só  mais um no meio de tantos garotos que tocam piano e têm boa voz que gravam alguns covers e colocam no youtube, se ele não tivesse a ousadia de começar a gravar independentemente sua próprias músicas, que são maravilhosas, diga-se de passagem, de letra/melodia contagiante.

Não gosto muito de ouvir muitas bandas e cantores parecidos uns com os outros, quando li sobre Jon e comecei a procurar suas músicas achei que ele seria mais um como Jason Reeves, Matt Wertz, que não iria me agradar. Mas ele me cativou, e há algo de diferente nele que me fez perceber que ele não é só mais um.

Jon gravou 3 álbuns independentes antes de ser descoberto pelas gravadoras, o “Up Until Now” (2003), o “Jon McLaughlin” (2004), “Songs I Wrote and Later Recorded” (2005). Guerreiro, o garoto, hein? Depois gravou pela Universal e pela Island Records o “Indiana” (2007) e o “Ok Now” (2008).

Com tanto CD fica a dúvida: Qual baixar primeiro? Então eu aconselho que baixem o mais recente, “Ok Now”, e se gostarem, baixem os outros.

Já sabem que pra baixar é só clicar nos links, né? Enjoy.

O novo do We Are Scientists – Barbara

Muitos podem não lembrar ou não terem visto, mas já fiz um post dedicado ao “We Are Scientists” láá em Fevereiro, prevendo um álbum pra Junho. Pois é… O álbum saiu!

“Barbara” foi lançado segunda-feira. E de lá pra cá eu tenho ouvido o disco e tentando decidir se gostei ou não. Acho que ele ainda não me conquistou totalmente, mas algumas músicas como “Rules Don’t Stop” e “Nice Guys” já entraram na minha cabeça e não querem mais sair.

Baixem o “Barbara” aqui e tire suas próprias conclusões. Acho que continuo gostando mais do “With Love and Squalor”.

Diana Vickers

Diana Vickers é um prodígio. Mais nova do que eu, e provavelmente mais nova do que você, tem só 18 anos. Sua primeira aparição como cantora foi na quinta edição do The X-Factor (um reality inglês no estilo Ídolos) em 2008.

Diana não levou o prêmio, mas logo apareceram gravadoras interessadas nela. Ano passado ela entrou em estúdio pra gravar seu primeiro álbum, que foi lançado essa semana, o Songs From The Tainted Cherry Tree. Conheci agorinha, mas já to adorando. O jeito doce e ao mesmo tempo cheio de atitude da menina vai conquistar muita gente.

“Ouvam” haha 😀

La Roux

Um post rápido pra vocês hoje 🙂

La Roux é um duo inglês de electropop. Formado pela cantora Elly Jackson e o produdor Ben Langmaid, eles andam metendo medo nos admiradores de Lady GaGa, gerando aquela briguinha entre os fãs. Mas não há nada com o que se preocupar, afinal, temos espaço no nosso HD para todas.

Eles são extremamente novos, mas já são cheios de originalidade e, principalmente, boa música. Lançaram um CD ano passado e andam ganhando mais respeito e espaço no mundo musical à cada semana.

Pra baixar o CD, clique aqui.